Tecnologia para crianças: vilã ou aliada?

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A geração de crianças que nasceu após os anos 2000 é muito privilegiada quando o assunto é tecnologia. Nos anos 90, aconteceu o boom dos computadores e 10 anos depois ter um PC em casa já era natural. Em 2007, tivemos o lançamento do primeiro iPhone e, a partir de então, o mundo foi novamente transformado, dessa vez pelos smartphones.

Isso sem falar em outros fenômenos ligados a tecnologia, como o surgimento de redes sociais com milhões (às vezes bilhões) de usuários, aplicativos de mensagens instantâneas, jogos cada vez mais realistas e novas plataformas de ensino e aprendizagem. Quem nasceu depois dos anos 2000 definitivamente teve (ou vai ter) uma infância completamente diferente de seus antepassados.

Porém, apesar de o quadro geral mostrar apenas pontos positivos, uma análise mais aprofundada revela problemas graves na geração de crianças que nasceu imersa na tecnologia. Problemas que são oriundos exatamente dos avanços tecnológicos que tanto aprendemos a ansiar. Diante disso, será que podemos considerar a tecnologia para crianças como vilã ou aliada?

 

Os problemas da tecnologia para crianças

 

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Mas como a tecnologia que trouxe tantos benefícios para a humanidade pode ser prejudicial para as crianças? Não existe uma explicação, tampouco uma correlação direta entre os malefícios dos aparatos tecnológicos e os problemas apresentados na juventude. Entretanto, especialistas não conseguem negar que algumas condições foram intensificadas por conta do uso excessivo de aparelhos eletrônicos.

O problema clássico é o sedentarismo e consequente aumento de peso. Como as crianças da geração que cresceram de frente para o computador ou com um smartphone na mão passam muito tempo em frente às telas, elas, por consequência, ficam menos tempo brincando e gastando energia do lado de fora de casa. Parece clichê, mas é a realidade. Aliado a uma alimentação desregrada, o resultado são crianças com sobrepeso e outros problemas de saúde. O abuso em frente às telas pode ainda trazer outras consequências desagradáveis. Entre elas, podemos citar:

  • Dificuldade no aprendizado
  • Problemas de convívio social
  • Ansiedade
  • Hiperatividade
  • Falta de concentração

Diante desse cenário, parece fácil concluir que a tecnologia é, na verdade, uma vilã. Contudo, ainda há vários motivos para considerar que os avanços tecnológicos possam ser considerados fortes aliados na educação das crianças. Tudo depende de como os aparelhos eletrônicos e plataformas virtuais são utilizados.

 

A responsabilidade é dos pais

No meio desse cenário caótico, outro vilão apontado são os pais. Afinal, a tecnologia não cai de paraquedas no colo das crianças. Há um provedor e geralmente estamos falando dos pais. São eles os responsáveis por dar o acesso aos dispositivos e por permitir, em última instância, o uso exagerado.

Olhando por esse prisma, é possível começar a encarar os avanços tecnológicos como a “vítima” da situação. São os pais e responsáveis que precisam controlar o tempo de uso dos aparelhos eletrônicos. No final das contas, eles também são encaram esse desafio, pois até mesmo alguns adultos não possuem a capacidade de fazer esse controle. Como consequência, temos crianças e adolescentes que passam muito tempo em frente às telas.

Porém, as crianças ainda não possuem a capacidade de discernir entre o certo e o errado. O objetivo é satisfazer as necessidades básicas, sejam elas quais forem. O adulto, em teoria, deveria possuir essa capacidade, e é por isso que ele é o responsável pela situação caótica que se instalou em diversos lares pelo mundo. Por conta disso, até mesmo alguns adultos sofrem dos problemas que afetam as crianças que exageram na dose.

Definitivamente é preciso mudar esse cenário. Continuar como está não é uma opção. Se não “pisarmos no freio”, provavelmente teremos uma sociedade programada para se autodestruir. Para nossa sorte (e das nossas crianças), há iniciativas que conseguiram migrar a tecnologia da categoria de “vilã” para o esquadrão de “aliados” que ajudam na educação e desenvolvimento deles.

 

Como a escola pode usar a tecnologia para ajudar na educação de crianças

 

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Nós, da I Do Code, acreditamos que a tecnologia possa verdadeiramente ajudar na educação de crianças e adolescentes. A educação tradicional, baseada em um mesmo estilo há centenas de anos, não acompanhou os avanços tecnológicos e acabou ficando para trás. De vilã e vítima, a tecnologia passa a ser a protagonista em nosso método de ensino para os juvenis.
Através do uso de técnicas de programação e desenvolvimento de software, inserimos na vida dos jovens assuntos que são de seu interesse.

Como benefícios desse método, colhemos os seguintes frutos:

  • Aulas mais lúdicas e interativas
  • Aumento no desempenho do raciocínio lógico
  • Estimulo do senso crítico
  • Contribuição para a futura formação profissional
  • Despertar da curiosidade
  • Melhora na concentração
  • Ampliação na capacidade de aprender e ensinar
  • Desempenho escolar melhorado
  • Capacidade de interação social aprimorada

É dessa forma que transformamos a tecnologia em uma aliada na educação das crianças. E os nossos resultados confirmam que estamos no caminho certo. Diversos pais já relataram que seus filhos se tornaram mais atentos, concentrados e passaram a usar os aparelhos eletrônicos de uma maneira mais produtiva e inteligente.

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